quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

GRÉCIA ANTIGA

Abre a página http://www.ancientgreece.com/


Mitologia grega e religião

Na Grécia Antiga, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estes, apesar de serem imortais, possuíam características de comportamentos e atitudes semelhantes aos seres humanos. Maldade, bondade, egoísmo, fraqueza, força, vingança e outras características estavam presentes nos deuses, segundo os gregos antigos. De acordo com este povo, as divindades habitavam o topo do Monte Olimpo, de onde decidiam a vida dos mortais. Zeus era o de maior importância, considerado a divindade seprema do panteão grego. Acreditavam também que, muitas vezes, os deuses desciam do monte sagrado para relacionarem-se com as pessoas. Neste sentido, os heróis eram os filhos das divindades com os seres humanos comuns. Cada cidade da Grécia Antiga possuía um deus protetor.
Cada entidade divina representava forças da natureza ou sentimentos humanos. Poseidon, por exemplo, era o representante dos mares e
Afrodite a deusa da beleza corporal e do amor. A mitologia grega era passada de forma oral de pai para filho e, muitas vezes, servia para explicar fenômenos da natureza ou passar conselhos de vida. Ao invadir e dominar a Grécia, os romanos absorveram o panteão grego, modificando apenas os nomes dos deuses.

Principais divindades da Grécia Antiga e suas características:

Zeus - rei de todos os deuses
Afrodite - amor
Ares - guerra
Hades - mundo dos mortos e do subterrâneo
Hera - protetora das mulheres, do casamento e do nascimento
Poseidon - mares e oceanos
Eros - amor, paixão
Apolo - luz do Sol, poesia, música, beleza masculina
Ártemis - caça, castidade, animais selvagens e luz
Deméter - colheita, agricultura
Dioníso - festas, vinho
Hermes - mensageiro dos deuses, protetor dos comerciantes
Gaia - planeta Terra


* Refere as principais características dos deuses gregos

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

DEMOCRACIA ATENIENSE

A Democracia foi implementada em Atenas em 508 a. C. (séc. V a. C.) pelas reformas de Clístenes.
Características da Democracia Ateniense:
> o poder de governar pertence ao povo, isto é, ao conjunto dos cidadãos;
> igualdade de direitos de todos os cidadãos;
> Péricles determinou que os cargos públicos fossem pagos, de forma a que todos os cidadãos, mesmo os mais pobres, os podessem exercer;
> qualquer cidadão podia ser eleito ou sorteado para os cargos públicos, para mandatos anuais;
> a Democracia Ateniense era uma Democracia Directa, isto é, todos os cidadãos participavam na Eclésia (Assembleia dos Cidadãos) e todos podiam ser eleitos ou sorteados para as outras
instituições.


Limitações da Democracia Ateniense
> Apenas os cidadãos (uma minoria da população)podiam participar na vida política da pólis;
> Às mulheres dos cidadãos não era permitido participar na vida política e tinham direitos muitos limitados, estando na dependência dos pais ou dos maridos;
> Os metecos (estrangeiros residentes em Atenas), embora tivessem um papel fundamental na economia, pagassem impostos e cumprissem serviço militar, não tinham direitos políticos;
> A sociedade ateniense era esclavagista. Os escravos eram considerados objectos. Eram propriedade dos seus donos e não possuíam quaisquer direitos.
> Praticava o ostracismo (exílio), afastando os que pusessem em perigo o regime
democrático.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009


Escreve um pequeno texto sobre a sociedade ateniense no séc. V a.C.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Enuncia e descreve as áreas que constituíam o território da pólis

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

FENÍCIOS

Os fenícios eram povos de origem semita. Por volta de 3000 a.C., estabeleceram-se numa estreita faixa de terra com cerca de 35 km de largura, situada entre as montanhas do Líbano e o mar Mediterrâneo. Com 200 km de extensão, corresponde a maior parte do litoral do actual Líbano e uma pequena parte da Síria. Por habitarem numa região montanhosa, com poucas terras férteis, os fenícios dedicaram-se ao artesanato, à pesca e ao comércio marítimo.

As cidades fenícias
A Fenícia era, na verdade, um conjunto de Cidades-Estado, independentes entre si. Algumas adoptavam a Monarquia Hereditária; outras eram governadas por um Conselho de Anciãos. As cidades fenícias disputavam entre si e com outros povos, o controle das principais rotas do comércio marítimo.

Economia
A economia dos fenícios desde cedo evoluiu da pesca e da agricultura para uma economia mercantil, pois as escassas terras férteis da Fenícia não permitiam uma produção agrícola capaz de atender às necessidades da população. O comércio marítimo foi sua principal actividade económica e seu progresso transformou os fenícios nos maiores navegadores da Antiguidade. As suas rotas comerciais marítimas se estenderam por todo o mar Mediterrâneo.

O alfabeto, uma criação fenícia
O que levou os fenícios a criarem o alfabeto foi justamente a necessidade de controlar e facilitar o comércio. O alfabeto fenício possuía 22 letras apenas consoantes, e era, portanto, muito mais simples do que a escrita cuneiforme e a hieroglífica. O alfabeto fenício serviu de base para o alfabeto grego. Este deu origem ao alfabeto latino, que, por sua vez, gerou o alfabeto actualmente utilizado em Portugal.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

RELIGIÃO E ARTE


O Politeísmo egípcio

Os Egípcios foram um povo extremamente religioso. Acreditavam na existência de numerosos deuses, isto é, eram politeístas. Cada região tinha os seus deuses, mas alguns, mais prestigiados, acabaram por ser adorados por todo o Egipto, como Amon-Rá, o deus-Sol. Outras divindades igualmente importantes eram: Osirís, que os Egípcios acreditavam ter sido o primeiro rei-deus a governar a terra egípcia e que presidia ao julgamento dos mortos; Ìsis, esposa de Osíris e mãe de Hórus, o deus falcão, protector do faraó; Tot, deus da sabedoria; Hathor, deusa do amor e símbolo da fecundidade e muitos outros.
A maior parte desses deuses representavam forças da natureza ou grandes qualidades humanas. Isso explica que os Egípcios os imaginassem umas vezes com formas animais, outras vezes com formas humanas e, outras ainda, com formas mistas, humana e animal.Para celebrarem o culto dos deuses, os Egípcios construiram imensos templos, alguns de dimensões grandiosas. Os templos tinham nimerosos sacerdotes, sacerdotisas, escribas e outras pessoas ao seu serviço. Dispunham de grandes propriedades, armazéns e oficinas, e recebiam ainda grandes ofertas dos fiéis.Boa parte da riqueza produzida no Egipto era destinada à religião; à construção de templos; à manutenção do culto e do clero e, também, à preparação da vida para além da morte.Ao longo dos três mil anos de história do Antigo Egipto, houve apenas uma tentativa de contrariar o politeísmo tradicional. O faraó Amenófis IV, que reinou por volta de 1370 a.C., procedeu a uma profunda reforma da religião. Instituíu o culto de um único deus, Aton, o disco solar. Todavia, esta tentativa era tão contrária às tradições e aos interesses do clero, que, após a morte de Alchenaton (novo nome adoptado por Amenófis IV), o seu sucessor, o jovem Tutankhamon, foi obrigado a regressar ao politeísmo, sob pressão dos sacerdotes.



A arte egípcia destinava-se, sobretudo, a glorificar os deuses e o faraó. Para isso, inúmeros artistas, ao longo de milhares de anos, construiram magníficos templos e grandiosos túmulos, esculpiram estátuas e baixos-relevos, decoraram paredes com cenas religiosas ou da vida quotidiana, fabricaram belas jóias e peças de cerâmica.


Refere as principais construções egipcías e as suas características

Para saberes mais consulta:

http://delta.blogs.sapo.pt/

http://delta.blogs.sapo.pt/arquivo/1084856.html